Mãe conta como descobriu o estupro contra filho em escola de Teresina. VIDEO





Dias depois, o menino se queixou de dores, que estava 'assado'.




A Polícia Civil, através da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), segue investigando o caso de um professor de matemática suspeito de estuprar um aluno de apenas 9 anos, na Unidade Escolar Monteiro Lobato, localizada no bairro Angelim, Zona Sul de Teresina. O profissional foi afastado após a família denunciar o caso.




Em entrevista a reportagem da TV Meio Norte, Maria Fracineide, mãe da vítima, desabafou para a reportagem sobre a situação, que gerou bastante revolta e até protesto de outros pais na porta da escola.




Ela explicou como teria descoberto o abuso e levado o caso às autoridades. Segundo a mãe, no dia que teria ocorrido a situação, seu filho chegou em casa da escola triste e foi deitar-se. Dias depois, o menino se queixou de dores, que estava 'assado'.




“Sexta-feira ele foi para o colégio, o pai dele deixou e ele já chegou triste e só fez deitar. Quando eu fui na segunda-feira eu vi e ele disse que estava assado. Quando foi à noite eu tirei o shortinho dele. E quando eu vi o bumbum do meu filho ele estava ruim, estava feio”, relatou.

Em entrevista ao Meionorte.com, o conselheiro tutelar Moisés Leal Neto explicou que o caso corre em segredo de justiça. Segundo ele, a família procurou a DPCA por conta própria e que está recebendo a assistência necessária.




De forma exclusiva, a família autorizou a criança a falar com a reportagem. Segundo o garoto, o abuso teria ocorrido em um banheiro da unidade escolar e não havia contado ainda para a família por medo. A Secretaria de Educação Municipal de Teresina (SEMEC) informou que já adotou as medidas necessárias, como o afastamento do professor e a abertura de um processo de investigação.

“A Semec informa que já tomou todas as providências cabíveis, dentre elas afastando o professor investigado e resguardando os demais docentes e discentes, bem como à família. Qualquer outra informação sobre o inquérito deve ser com o DPCA”, diz o comunicado.


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